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sexta-feira, 16 de outubro de 2009


São Paulo FC.


Origens:


As origens tricolores (1900-1935)

 

  


O Tricolor do Morumbi, como conhecemos hoje, nasceu em 1935, mas a paixão de um grupo de paulistanos pelo esporte vem de antes. Mais precisamente do último ano do século XIX, em 1900, quando foi fundado o Clube Atlético Paulistano.

O Paulistano era o "bicho-papão" do início do século. Jogar contra o time de Friedenreich era um orgulho, e o time ia freqüentemente ao interior atendendo a convites. Também foi a primeira equipe a fazer uma excursão à Europa, em 1925. Contudo, o clube não aceitava que seus jogadores se profissionalizassem, e resolveu acabar com o departamento de futebol para não abandonar a Liga amadora à qual pertencia.

E o que fazer com a paixão dos sócios aficionados por futebol? O mesmo problema tinha acabado com o futebol da Associação Atlética das Palmeiras (clube alvinegro que só tem o mesmo nome dos rivais do tricolor). E em 1930, nasceu o São Paulo da Floresta, com jogadores e as cores vermelha e branca vindos do Paulistano (cracaços como Araken, Friedenreich e Waldemar de Brito), e com o branco e o negro cedido pelo A.A. Palmeiras. Da união, também veio o nome: São Paulo da Floresta. O primeiro presidente do São Paulo da Floresta foi eleito pelos sócios: o dr. Edgard de Souza.

No mesmo ano, um vice-campeonato já dava sinais da glória destinada ao clube. E na temporada seguinte, chegaria o primeiro troféu, com Nestor (Joãozinho); Clodô e Barthô; Milton, Bino e Sasse; Luizinho, Siriri (Armandinho), Fried, Araken e Junqueirinha, e Rubens Salles de técnico. E em 1933, o São Paulo da Floresta bateria o Santos por 5 x 1 na primeira partida de futebol profissional do Brasil.

Só que devido a uma pendência financeira pela compra de uma sede na rua Conselheiro Crispiniano - um palacete chamado de Trocadero - o São Paulo da Floresta se complicou com dívidas e viu-se obrigado a procurar uma fusão com o Tietê, que determinou que não se usassem cores, uniformes e vários outros símbolos do São Paulo da Floresta. E no dia da extinção oficial do clube - 14 de maio de 1935 - o amor de alguns sócios pela entidade manteve-a viva criando o nosso São Paulo de hoje. Em 4 de junho daquele ano, nascia o Clube Atlético São Paulo, que em 16 de dezembro, passaria a ser o São Paulo Futebol Clube.

Manoel do Carmo Meca foi o primeiro presidente e os outros fundadores do Mais Querido foram: Cid Mattos Viana, Francisco Pereira Carneiro, Eólo Campos, Manoel Arruda Nascimento, Izidoro Narvais Caro, Francisco Ribeiro Carril, Porphírio da Paz, Eduardo Oliveira Pirajá, Frederico A G. Menzen, Francisco Bastos, Sebastião Gouvêa, Dorival Gomes dos Santos, Deocleciano Dantas de Freitas e Carlos A. Azevedo Salles Jr.

 

 

 

 Murumbi:

Estádio Cícero Pompeu de Toledo  

            

 

Quinze de agosto de mil novecentos e cinqüenta e dois é uma data que terá de ser lembrada para sempre na história do Tricolor. Foi nesse dia que Cícero Pompeu de Toledo - são-paulino histórico - lançou a pedra fundamental daquele que seria o maior estádio particular do planeta Terra por muito tempo.

Toledo não lançou somente a pedra fundamental, com seus sonhos e esperanças para a nação são-paulina. Emprestou também o seu nome para uma aventura que eternizaria a grandeza do São Paulo para sempre.

Em 02 de outubro de 1960, foi realizada a primeira festa de inauguração, com uma partida contra o Sporting Lisboa, vencida pelo São Paulo com um gol de Arnaldo Poffo Garcia, o Peixinho.

O árbitro foi Olten Ayres de Abreu, ex-atleta e são-paulino ilustre, hoje conselheiro vitalício. Uma semana depois, o Tricolor engrossou sua lista de craques com os palmeirenses Djalma Santos e Julinho Botelho, além do corintiano Almir Albuquerque. E mais uma vez o São Paulo saiu vencedor, desta vez por 3 x 0, contra o Nacional de Montevidéu, com gols de Canhoteiro e Gino (2).

Em 25 de janeiro de 1970, pouco menos de 18 anos depois, o clube inaugurava 720 metros de arquibancada e o gigante já era o maior do mundo, com o jogo São Paulo 1 x 1 Porto de Portugal, gols marcados por Waltemiro Fernandes Pessoa (Miruca) e Vieira Nunes, para o Porto. Um gigante que se levantava da terra com 50 mil metros cúbicos de concreto e seis mil toneladas de ferro. O sonho tinha virado realidade, graças ao esforço de muitos são-paulinos, que emprestaram paixão, suor e trabalho.

Nesses cinqüenta anos, o Morumbi sempre foi o palco preferencial das grandes manifestações artísticas e esportivas ocorridas em São Paulo, com destaque para a missa rezada pelo Papa João Paulo II, em 3 de julho de 1980. E acompanhando a evolução, o Morumbi também se modernizou. Diminuiu sua capacidade para 80 mil lugares, visando oferecer total segurança e conforto para seus espectadores, atendendo a determinações da FIFA.

O gramado tem dimensões de 108,00 x 72,00 metros com sistema de irrigação computadorizado e grama tipo bermudas. Há ainda 02 bancos de reservas cobertos com capacidade para até 15 atletas e comissão técnica e 01 abrigo para representantes, totalmente adaptados para campeonatos internacionais. O sistema de iluminação é dotado de 256 projetores que proporciona 1500 LUX de iluminação por ponto. O estádio conta com área para deficientes físicos com 92 lugares para cadeiras de rodas e 102 lugares para acompanhantes. Para o público o Morumbi conta com lanchonetes Habib´s, sistema de som e 2 placares eletrônicos.

No interior do Estádio se situam cinco vestiários sendo 04 para equipes e 01 vestiário para árbitros, 2 auditórios para entrevistas coletivas, departamento de fisioterapia, sala Anti Dooping, tribuna de imprensa térrea totalmente equipada com sala de estar, telefone público, sala de fax, bar e WCs, 06 cabines de rádio e 04 de televisão, 12 tribunas de honra, edifício garagem, posto policial e posto médico emergencial.

No anel intermediário do estádio localiza-se toda a parte administrativa com refeitório, sala de vídeo tape, arquivo, memorial (sala de troféus), salão nobre, auditório para 240 pessoas, incluindo a sala da presidência e salão para reuniões de diretoria.

Dentro deste que é um complexo esportivo de fazer inveja a qualquer clube do mundo, o São Paulo continua seu trabalho de criar craques, formar cidadãos e encher de orgulho uma torcida que desde sempre está acostumada a comemorar conquistas importantes.

 

Hino

 

Autor: Tenente Porphirio da Paz

Salve o tricolor paulista
Amado clube brasileiro
Tu és forte, tu és grande
Dentre os grandes és o primeiro

Coro: Oh tricolor
Clube bem amado
As tuas glórias
Vêm do passado

São teus guias brasileiros
Que te amam ternamente
De São Paulo tens o nome
Que ostentas dignamente

Coro: Oh tricolor...

São Paulo clube querido
Tu tens o nosso amor
Teu nome e tuas glórias
Têm honra e resplendor

Coro:
Oh tricolor...

Tuas cores gloriosas
Despertam amor febril
Pela terra Bandeirante:
Honra e Glória do Brasil

Coro:
Oh tricolor...

 

 

 

Escudo

Como nasceram os nossos símbolos

O nome, as três cores e as formas do uniforme do São Paulo não nasceram por acaso.Para cada um desses símbolos há uma história que representa a vontade dos esportistas fundadores. As três cores do São Paulo foram tiradas do vermelho do Paulistano, do preto da AA das Palmeiras e do branco dos dois.

Os formatos oficiais das camisas e do símbolo foram desenhados por Walter Ostrich, alemão simpatizante do novo clube em formação.
As cinco estrelas que estão estampadas junto ao símbolo do Tricolor também tem sua história. As três vermelhas, ao centro, representam o Tricampeonato Mundial Interclubes conquistado em Tóquio, no biênio 1992/93 e no ano de 2005.
As duas estrelas douradas representam os recordes mundiais e olímpicos conquistados por Adhemar Ferreira da Silva nas olimpíadas de Helsinque, em 52, e nos Jogos Panamericanos do México, em 55.

 Mascote

Simpatia até no mascote tricolor

Todo clube tem um símbolo, e ele faz parte do carinho que o torcedor sente pelo clube de coração.

Quem não conhece aquele santinho simpático, vestido com a camisa são-paulina e que acompanha e protege os atletas do "Mais Querido"?

Ele é tão importante e tão querido que já foi símbolo de uma torcida uniformizada.

A torcida reza para que o simpático santo continue olhando pelo clube e abrindo caminho para novos títulos. 
 

 

 

 Conquistas

 
 
 
 
Títulos Internacionais

:: Títulos

- Libertadores da América: 92 - Copa Conmebol: 94
- Mundial Interclubes: 92 - Recopa Sulamericana: 94
- Libertadores da América: 93 - Supercopa da Conmebol (MT): 96
- Recopa Sulamericana: 93 - Libertadores da América: 2005
- Supercopa da Libertadores: 93 - Mundial Interclubes: 2005
- Mundial Interclubes: 93  
Títulos Nacionais
:: Títulos
- Campeonato Brasileiro: 77 - Campeonato Brasileiro: 2006
- Campeonato Brasileiro: 86 - Campeonato Brasileiro: 2007
- Campeonato Brasileiro: 91 - Campeonato Brasileiro: 2008
- Torneio Rio-São Paulo: 2001  
Títulos Estaduais
:: Títulos
- Campeonato Paulista: 31 - Campeonato Paulista: 80
- Campeonato Paulista: 43 - Campeonato Paulista: 81
- Campeonato Paulista: 45 - Campeonato Paulista: 85
- Campeonato Paulista: 46 - Campeonato Paulista: 87
- Campeonato Paulista: 48 - Campeonato Paulista: 89
- Campeonato Paulista: 49 - Campeonato Paulista: 91
- Campeonato Paulista: 53 - Campeonato Paulista: 92
- Campeonato Paulista: 57 - Campeonato Paulista: 98
- Campeonato Paulista: 70 - Campeonato Paulista: 2000
- Campeonato Paulista: 71 - Supercampeão Paulista 2002
- Campeonato Paulista: 75 - Campeonato Paulista: 2005
Torneios Exterior
:: Títulos
- Pequena Taça do Mundo (VEN): 55
- Troféu Jarrito (MEX): 55
- Quadrangular de Cali (COL): 60
- Pentagonal de Guadalajara (MEX): 60
- Pequena Taça do Mundo (VEN): 63
- Torneio de Firenze (ITA): 64
- Troféu Colombino (ESP): 69
- Torneio de Verão de Tampa (EUA): 82
- Quadrangular de Guadalajara (MEX): 89
- Quadrangular de Leon (MEX): 90
- Torneio da Amizade (CHI): 90
- Cidade de Barcelona (ESP): 91
- Ramón de Carranza (ESP): 92
- Teresa Herrera (ESP): 92
- Cidade de Barcelona (ESP): 92
- Cidade de Santiago (CHI): 93
- Santiago de Compostela (ESP): 93
- Troféu Jalisco (MEX): 93
- Cidade de Los Angeles (EUA): 93
- Los Angeles Soccer Cup (EUA): 99
- Quadrangular de Pachuca (MEX): 99
Torneios no Brasil
:: Títulos

- Torneio Nunes Freire (MA): 76

- II Copa São Paulo: 76
- Taça Governador do Estado (SP): 80
- Torneio Luis Henrique Rosas (SC): 85

- Taça Eduardo José Farah (SP): 88

- Torneio Rei Dadá (MG): 95
- Copa dos Clubes Brasileiros Campeões Mundiais (MT/DF): 95/96
 
- 3ª Euro América Cup (SP): 99
- 1ª Copa Constantino Cury (SP): 2000
Outras Conquistas
:: Títulos

- Torneio Início Paulista: 32

- Torneio Início Paulista: 40
- Torneio Início Paulista: 45

- Taça dos Invictos 46: 23 jogos

- Taça dos Invictos 72: 15 jogos
- Taça dos Invictos 75: 39 jogos
- Troféu Fair Play: 95
- Troféu Fair Play: 98
- Copa São Paulo de Juniores: 93
- Copa São Paulo de Juniores: 2000
- Taça dos Invictos 2005: 13 jogos

 

Grandes Idolos

Goleiros
Nivancir Innocêncio Fernandes (King)
José Poy (Poy)
Sérgio Wagner Valentin (Sérgio)
Waldir Perez Arruda (Waldir Perez)
Gilmar Luiz Rinaldi (Gilmar)
Armelino Donizetti Quagliatto (Zetti)
::Laterais-Direitos
Laurindo Furlani (Piolin)
Nílton de Sordi (De Sordi)
Getúlio Costa de Oliveira (Getúlio)
Pablo Justo Forlan Lamarque (Forlan)
José Teodoro Bonfim Queiroz (Zé Teodoro)
Marcos Evangelista de Moraes (Cafu)
::Laterais-Esquerdos
Alfredo Eduardo Noronha (Noronha)
Alfredo Ramos (Alfredo)
Francisco das Chagas Marinho (Marinho Chagas)
Nélson Luis Kerchner (Nelsinho)
Leonardo Nascimento do Araújo (Leonardo)
Sérgio Cláudio dos Santos (Serginho)

   

leônidas

Adhemar

Éder

::Zagueiros Centrais ::Quartos-Zagueiros

Armando F. Renganeschi
Mauro Ramos de Oliveira (Mauro)
Hideraldo Luiz Bellini (Bellini)
Jurandir de Freitas (Jurandir)
José Oscar Bernardi (Oscar)



Ruy Campos (Ruy)
Roberto Dias Branco (Dias)
Alfonso Dario P. Bueno (Dario Pereyra)
Ricardo R. B. Rocha(Ricardo Rocha)
Ronaldo R. de Jesus (Ronaldão)
Válber Roel de Oliveira (Válber)
::Volantes ::Meias-Armadores

José Carlos Bauer (Bauer)
Antônio M. de Oliveira (Pé de Valsa)
Dino Sani (Dino)
Francisco Jesuíno Avanzi (Chicão)
Paulo Roberto Falcão (Falcão)
Antônio C. Cerezo (Toninho Cerezo)


Gonçalo Gonçalves (Gonçalo)
Gérson de Oliveira Nunes (Gérson)
Pedro V.Rocha Franchetti (Pedro Rocha)
Mário Sérgio P. Paiva (Mário Sérgio)
Edivaldo Oliveira Chaves (Pita)
Remo Januzzi (Remo)
::Meia-Avançado ::Ponta-Direita

Antônio Sastre (Sastre)
Gustavo Albella (Albella)
Thomas Soares da Silva (Zizinho)
Benedito Leopoldo da Silva (Benê)
Paulo Silas de P. Pereira (Silas)
Raí Vieira de Oliveira (Raí)



Luiz Mesquita de Oliveira (Luizinho)
Albino Friaça Cardoso (Friaça)
Mauro Raphael (Maurinho)
Tertuliano Severiano Santos (Terto)
Luis Antônio Correia da Costa (Muller)
 
::Ponta-Esquerda ::Centroavantes

Lino Mancilla (Pardal)
Elisio dos S. Teixeira (Teixeirinha)
José R. de Oliveira (Canhoteiro)
Ademir de Barros (Paraná)
José Sérgio Presti (Zé Sérgio)
Edivaldo Martins da Fonseca (Edivaldo)


Artur Friedenreich (Fried)
Leônidas da Silva (Leônidas)
Gino Orlando(Gino)
Antônio Ferreira (Toninho Guerreiro)
Sérgio Bernardino (Serginho Chulapa)
Antonio de Oliveira Filho (Careca)



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