Ao final da próxima quinta-feira, dia 18, serão definidos os confrontos para as oitavas de final da Libertadores 2013.
Numa análise bem rápida, o Corinthians, um dos classificados de maneira antecipada, pode enfrentar, pelas combinações de resultados: o Emelec, o Newell´s Old Boys, o Boca Juniors, ou até mesmo o arquirrival Palmeiras.
Particularmente, pelas simulações que tenho feito - e gosto muito, diga-se de passagem - a probabilidade maior é de enfrentar o time equatoriano, mesmo adversário das oitavas no ano passado (no jogo de ida, em Guayaquil, empate em 0x0; e no da volta, 3x0 no Pacaembu).
Como corinthiano, espero que assim seja!!!
JD Morbidelli
TWITTER: @jdmorbidelli
Pessoal
Essa é a minha mensagem de despedida do Lance Activo.
Diariamente, desde julho de 2009 até maio de 2010, eu tenho postado meus artigos. Para ser exato, foram 189 publicações - algumas que geraram discordâncias, opiniões adversas e até mesmo descontentamentos; natural, já que se tratam de textos opinativos.
Durante esse período, pude interagir compartilhar um pouco da minha experiência como jornalista. E, apesar de corinthiano declarado, sempre tratei os demais clubes com muito respeito - adversários, sim; inimigos, jamais, como costumeiramente fiz questão de frisar.
Feliz com os elogios, convivendo com as críticas e extremamente satisfeitos com os contatos que até se transformaram em amizades, deixo meu abraço a todos, e saliento que continuarei com meu blog pessoal, diariamente abastecido com novas informações.
José Donizetti Morbidelli
Jornalista
jdmorbidelli@estadao.com.br
http://jdmorbidelli.zip.net
twitter.com/jdmorbidelli
Como em qualquer outro segmento social, é claro que também existem gays em qualquer atividade esportiva: na natação, no vôlei, no atletismo, no basquete, enfim. Até mesmo no Ultimate Fighting ou nas academias de musculação, basta olhar para muitos daqueles bombadões para perceber que por trás dos músculos cultuados esconde mesmo a esperança de que, um dia, eles possam sair do armário. No futebol, embora o homossexualismo ainda seja tratado como um grande tabu, não é nem um pouco diferente. Quem não se lembra da recente imagem dos jogadores Zlatan Ibrahimovic e Gerar Piqué, do Barcelona, flagrados por uma câmera nada indiscreta trocando carícias num estacionamento? Gays ou não, a imagem que correu o mundo é pra lá de comprometedora.
Que o homossexualismo no futebol é um fato, não há dúvidas, assim como igualmente verídico é o preconceito que persiste em fazer parte da mente de muitas pessoas. Provavelmente o presidente do Corinthians Andrés Sanchez não seja homofóbico, mas, durante entrevista à Folha de S. Paulo, ele disparou, em defesa dos jogadores mulherengos: "Qual é o problema de ter mulher? Ainda bem. Já pensou se tivesse homem? Eu prefiro jogador que, se for solteiro, tenha dez mulheres do que um homem".
Exatamente num momento em que tramita no Senado Federal a chamada Lei da Homofobia que, se aprovada, tratará como crime qualquer ato de discriminação contra os homossexuais, o mandatário corinthiano - que, inclusive, será o chefe de delegação da Seleção Brasileira na África do Sul - poderia ter medido melhor as palavras, mesmo que não tenha tido a intenção de discriminar alguém.
José Donizetti Morbidelli
Jornalista
jdmorbidelli@estadao.com.br
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