
A carreira de ídolo não é mole. Ainda mais, pra quem facilita. Quem nunca facilitou, também está sujeito às portas.
Diego Souza, Vagner Love, Lucio (o melhor lateral do mundo), Magrão e Luxemburgo bateram na fechadura. Trancaram a porta da passagem ao clube.
O caso do Pierre é diferente. O guerreiro sempre foi Palmeiras. Nunca deixará de ser.
Há tempos, tatuou a estampa alviverde no peito. Nunca mais sacou.
Coisa que Magrão havia feito pelo Corinthians. Escondeu por tempos, mas também não a tirou.
Pierre guerreiro sempre entoará o canto verde.
Na arte da bola, é tenor. Na rasteira do destino, o eterno camisa cinco saiu ileso, como toda sua história no Palmeiras.