Gritos em forma de texto. Paixão grafitada em futebol. Crônica para contar e se fazer viver. E uma boa dose de bola na rede


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quarta-feira, 17 de agosto de 2011


Foi indo, indo, indo e acabou ‘fondo’


 

A carreira de ídolo não é mole. Ainda mais, pra quem facilita. Quem nunca facilitou, também está sujeito às portas.

 

Diego Souza, Vagner Love, Lucio (o melhor lateral do mundo), Magrão e Luxemburgo bateram na fechadura. Trancaram a porta da passagem ao clube.

 

O caso do Pierre é diferente. O guerreiro sempre foi Palmeiras. Nunca deixará de ser.

 

Há tempos, tatuou a estampa alviverde no peito. Nunca mais sacou.

 

Coisa que Magrão havia feito pelo Corinthians. Escondeu por tempos, mas também não a tirou.

 

Pierre guerreiro sempre entoará o canto verde.

 

Na arte da bola, é tenor. Na rasteira do destino,  o eterno camisa cinco saiu ileso, como toda sua história no Palmeiras.



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