Gritos em forma de texto. Paixão grafitada em futebol. Crônica para contar e se fazer viver. E uma boa dose de bola na rede


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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013


Ganso e Montillo: quem é melhor?


Twitter: @guicimatti

E-mail: guilherme483@hotmail.com

 

O Santos não sente falta de Ganso; o São Paulo começa a desenhar um time com o camisa 10.


Montillo escreve direitinho a sua história na escola santista de revelar meias e craques. O argentino não pode ser considerado um novato. É um craque. Um jogador feito de feitos já conhecidos pelo mineiro Cruzeiro.


Ganso dispensa comentários.


O tricolor tem um time, pelo que parece no ensaio, mais ensaiado; o Santos conta com Neymar. Paulo Henrique já não tem a parceria de ousadia e alegria.


Os dois são de passes.


Os dois são dignos de não se compararem. 


Goleada para os dois paulistas.



Ouça o meu texto sobre a tragédia de Santa Maria, com a narração do jornalista e locutor César Willian, da Rádio São Caetano. Rádio que sou colunista, de hora em hora, com o quadro "Drible de Voz".


terça-feira, 30 de agosto de 2011


O show que terminou. Não começou.


Satiro Sodre/Agif/Gazeta Press

 

Olá, craque. Ops, Crack!? Ah, sei lá...

 

Tremenda polêmica está causando o tal do Jobson.

 

Todavia, tremendo velocista é o ex-Botafogo, Atlético Mineiro e Bahia. Bom jogador. Má companhia.

 

Sensato em campo. Fora dele, às avessas.

 

Assim como a boa zaga, ou ruim, quando ele quer jogar. Nem sempre, pois não trata-se de um gênio.

 

Garrincha também extrapolava. Chegava tarde, não dormia e bebia a lata toda. Mas tomava os botafoguenses de orgulho.

 

Sócrates é outro exemplo. Ê, cana boa.

 

Mas antes fosse este o problema de Jobson.

 

O craque é outro. Ou não é craque. Outros diriam que é crack.

 

Torço que o fumo seja na bola, e o problema seja dos adversários. 

 

O cheiro seja de gol, lá na rede. Não na noite.

 

O espetáculo de dia. Pois mesmos os ‘avessos' o faziam rolar solto, durante todo o dia. Toda hora. Todo gol.

 

Levanta-te, Jobson. O show há de continuar, ainda que nunca tivera começado.

 

E você, aceitaria ele no seu time?

 

Siga no twitter: @guicimatti


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sábado, 30 de julho de 2011


Ninguém para Neymar


 

O futebol é um espetáculo. O mundo da bola envolve-se ao seu redor. Gira, gira e gira. Sempre nascem novos talentos, novos craques.


Foi assim que Pelé, Zico, Ronaldo, Romário e Garrincha vieram dos fraldinhas da vida. Diante de tantas lutas, vieram as glórias. Os gols não surgiram por acaso, e sim por excesso de capacidade.




É sempre assim: toda hora é hora de crescer um menino com potencial. E, Neymar, já desequilibrava seus marcadores desde menino. Se é que hoje podemos o chamar de experiente.




Craque é craque, não tem jeito. Mas arrisco-me dizer que este garoto, que usa moicano, não pode ser chamado de craque ou bom jogador pelos torcedores santistas. Talvez seja cedo demais, a água ainda tenha que rolar muito nos palcos da vida, mas, para mim, Neymar é gênio para esta torcida. Na Seleção Brasileira ele não pode ser mais um. Tem de ser o cara. Será.




Diante de tantos fatos, o Flamengo foi a vitima mais recente.




Ronaldo Angelim está procurando o camisa 11 santista até agora. A experiência do marcador não resultou positivamente na tentativa de parar o craque. 




A impressão que fica é que ninguém é capaz de travar Neymar. Ou, simplesmente, sacar a bola de seus pés. Parecem que são um casal. Um amor de sempre até sempre, sem separação consensual. Ah, a redondinha gosta tanto dele que eu não me lembro de um desarme contra os rubro-negros.




Nem o time inteiro do Flamengo, se resolvesse marcar somente o garoto, conseguiria tirar a bola. Nem uma legião de flamenguistas, espalhados pelas esquinas do mundo, desarmariam o camisa 11 do Santos. Vale placa. Vale ouro. Vale choro.




Neymar prega o lema 'ousadia e alegria', que estampa sua chuteira. Digo de modo convicto que os torcedores santistas sempre ousam jogadas geniais e títulos com o menino em campo. É alegre ver o gênio desta nação nos gramados. Outro dom: o lema vale para o camisa 11 e torcida. 




Que juntem um exército dos falsos soldados do futebol, aqueles que batem até na sombra. Que chamem o mais clássicos dos marcadores. Tragam Gamarra de 1998, que passou a Copa do Mundo inteira daquele ano sem fazer uma falta. Façam ressurgir Beckenbauer. Juntem qualquer dupla, qualquer trio, ou vários quartetos. Ninguém para o futebol brasileiro. Ninguém segura Neymar.


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