Gritos em forma de texto. Paixão grafitada em futebol. Crônica para contar e se fazer viver. E uma boa dose de bola na rede


terça-feira, 30 de agosto de 2011


O show que terminou. Não começou.


Satiro Sodre/Agif/Gazeta Press

 

Olá, craque. Ops, Crack!? Ah, sei lá...

 

Tremenda polêmica está causando o tal do Jobson.

 

Todavia, tremendo velocista é o ex-Botafogo, Atlético Mineiro e Bahia. Bom jogador. Má companhia.

 

Sensato em campo. Fora dele, às avessas.

 

Assim como a boa zaga, ou ruim, quando ele quer jogar. Nem sempre, pois não trata-se de um gênio.

 

Garrincha também extrapolava. Chegava tarde, não dormia e bebia a lata toda. Mas tomava os botafoguenses de orgulho.

 

Sócrates é outro exemplo. Ê, cana boa.

 

Mas antes fosse este o problema de Jobson.

 

O craque é outro. Ou não é craque. Outros diriam que é crack.

 

Torço que o fumo seja na bola, e o problema seja dos adversários. 

 

O cheiro seja de gol, lá na rede. Não na noite.

 

O espetáculo de dia. Pois mesmos os ‘avessos' o faziam rolar solto, durante todo o dia. Toda hora. Todo gol.

 

Levanta-te, Jobson. O show há de continuar, ainda que nunca tivera começado.

 

E você, aceitaria ele no seu time?

 

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