Gritos em forma de texto. Paixão grafitada em futebol. Crônica para contar e se fazer viver. E uma boa dose de bola na rede


109 comentários

segunda-feira, 11 de junho de 2012


Neymar é fantástico; Messi é mais ainda


Siga-me no twitter: @guicimatti

E-mail: guilherme483@hotmail.com

 

 

Vou pecar pelo óbvio.  Não gosto de utilizar o remendo da falta de capacidade em analisar coisas complexas, imensuráveis. Mas, neste caso, vou ficar com o comum. Ou justamente, o diferente.

 

Sei que poderia falar dos quatro gols que Rafael tomou contra a Argentina. Comentar sobre a estreia de outro Rafael, na lateral direita, que Galvão Bueno já logo emendou com Silva. Talvez até da falta de conclusão e padrão do midiático Hulk, que outrora fez sucesso nos cinemas. No futebol, ainda precisa muito melhorar. Assim como Lucas, que está longe de ser tão decisivo como falam por aí.

 

Poderia dar pitacos sobre a falta de paciência do lateral esquerdo Marcelo, que tentou um soco no argentino. Acabou sendo expulso. Todavia não era para ser verde e amarelo o duelo de sábado.

 

Digo tudo isso porque já me cansei de elogiar Messi, no Barcelona. No espanhol, a posse de bola é a arte do velho mundo, esquecido na nova rota planetária. Pobres tupiniquins, que deixaram Zico, Pelé, Garrincha, Sócrates e Ademir em alguma intensa Amazônia. Dos não humanos, só Neymar restou.

 

Messi faz com a bola o que o palhaço faz com o circo. Lionel mostrou ao mundo que é gênio mais uma vez. E que não é só na Catalunha que dribla, faz pouco, e dá risada (sempre respeitosamente) de seus adversários.

 

Nenhuma das coisas que você leu é novidade.

 

Todos os jogos em que o ídolo faz três gols, ele leva a bola do jogo. Como se não o fizesse durante os confrontos. O ‘pulga' não se deixa levar por qualquer maré, Madrid, país, ou coisa que o valha.

 

Para os críticos que duvidavam, está aí um belo balde de genialidade pura. Precisão para mais de metro nas redes brasileiras. Desfalcada pela intensa zaga, não justifica.

 

Não compartilho este texto como o revertei. Muito menos para encher linguiça. É apenas para constar.

 

E, por que não lembrar ao brasileiro que para Neymar falta muito?

 

E como falta...


48 comentários

quarta-feira, 14 de setembro de 2011


Brasil e Argentina: seleções de bolas cheias e murchas


 

Queridos e queridas!

 

Brasileiros e brasileiras!

 

Manos e argentinos!

 

Antes de qualquer coisa quero dizer que, embora não pareça, tenho esperança no renascer do pentacampeão. No trabalho do Mano, acho ele um grande treinador. Todavia não vem acertando.

 

Começo destacando a Argentina. De Maradona em Maradona. Messi sem Messi.

 

Bicampeã do planeta.

 

A zaga será completada por Desábato, Ré e Dominguez. Alias o que deve pensar Passarella (como jogador)?

 

Agora é a vez do Brasil. Escalado por...Quem? Alguns bons outros nem tanto.

 

Os craques que vão fazer valer a pena assistir ao clássico do continente.

 

Clássico dos inconsequentes.

 

Faz tempo que não jogam, não atuam.

 

Mas destaco, inevitavelmente, Neymar e Leandro Damião.

 

Quando se fala em renovação, estes podem vestir a amarelinha com honra e bola (o mais importante), dentre os com pouco destaque.

 

Ronaldinho Gaúcho merece um parágrafo inteiro. Apesar de não estar ‘deitando', como dizem os boleiros, o gênio flamenguista terá de ser o símbolo de uma seleção.

 

Se o camisa 10 merece a braçadeira inteira, terá que provar. Por nós, brasileiros, nada foi mostrado, desde o gol, histórico, diante da Venezuela.

 

Depois de 2002, a bola do ex-Barça também ficou parecida com a dos venezuelanos pelo Brasil.

 

Time cheio de retrocessos. Dos que não deram certo. Não vão render.

 

Kleber foi tantas e tantas vezes de azul e amarelo. Nunca rendeu. Nunca jogou. Parece que só cruza e procria vestido de alvinegro ou vermelho, bem como Santos, Corinthians e Internacional. Com a amarela ele sempre amarelou.

 

Alias, nem no time gaúcho o lateral tem sido ‘o cara'.

 

Jefferson é bom goleiro. Apesar disso, apenas isso.

 

Ralf e Paulinho seguraram boa parte do torneio corinthiano. A outra está a ver navios.

 

Mas o Timão não é líder?

 

Sim, diante das falhas alheias, ou próprias. Propicias. Ah, deixa pra lá.

 

Agora vem o auge. Pasmem:

 

Renato Abreu é titular do Brasil!

 

E contra a Argentina...

 

Brasil brasileiro, campeão em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002.

 

Não é dispensável, mas é razoável em seus clubes. Veja bem: mediano.

 

E Thiago Neves, que também não é nenhum gênio da lâmpada, digo, da bola, será reserva. Faz um bom Brasileirão.

 

Agora perguntem a qualquer flamenguista quem é melhor:

 

Renato ou Thiago?

 

Brasil, um país de todos: Afonsos, Renatos, Gustavos Nerys, Jucileis, Ciceros, Evanilsons, Ribamares e Maninhos do Mano em geral.

 

E outra:

 

14/09: Brasil e Argentina: o jogo dos seis anões brasileiros, só faltou o Dunga.



Arquivo

Blogs Parceiros

Leia também

Tags

Meu perfil


Feeds RSS

Visitantes


TERMOS DE USO | POLÍTICA DE PRIVACIDADE | SOBRE O LANCE ACTIVO 2.0 BETA | DENUNCIE| FALE COM A EQUIPE