Gritos em forma de texto. Paixão grafitada em futebol. Crônica para contar e se fazer viver. E uma boa dose de bola na rede


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segunda-feira, 23 de julho de 2012


Tchau, ‘Iou Rave Tu Gou Nau’


Foto retirada da internet

 

 

 

@guicimatti

 

 

 

Na linguagem da bola, a presidente do Flamengo mostra o primeiro sinal que entende, minimante, sobre futebol. Se bem que escrever isso é pura hipocrisia. Já que a mandatária do clube carioca só tem dado bola fora no comando do time de maior torcida do Brasil.

 

 

Há poucos dias atrás, escrevi que Riquelme não poderia jogar no Flamengo simplesmente pelo fato dele ser gente. Não que isso consista em algum tipo de defeito. Mas não é para todos os craques o prazer de enfrentar outros clubes com o distintivo do Urubu no peito.

 

 

Gente como Joel. Gente que não faz falta.

 

 

Da mesma forma que Santana não fará para os adeptos loucos e acostumados com títulos, vitórias espetaculares e craques de vermelho e preto.

 

 

Joel não é técnico de primeira linha. É refugo do mercado da bola. Substituto imediato para algo que não está dando certo, mesmo que a certeza de que não vingará persista.

 

 

O time do mengo é ruim. Para não dizer coisa pior, os zagueiros não servem para o elenco. O meio de campo é fraco. E, se tem algo que se salve, lá está Love. Mais para festeiro que para atleta. Diante dos gramados sem festas do Engenhão carioca.

 

 

Flamengo que cuspiu com a boca de Amorim na cara de Zico, maior de todos lá dentro.

 

 

Flamengo que bajulou Ronaldo, e acordou com Ronaldinho.

 

 

Uma vez Flamengo, sempre Flamengo.

 

 

Mas podem escrever.

 

 

Quando alguma coisa não der certo, virá novamente Santana e o seu ‘ingrês' perfeito. Arrisco que é tão quão a linguagem da bola e a prancheta quebrada pelo desgaste do tempo.

 

 

Joel:

 

 

Tchau, ‘Iou Rave Too Gou Nau'

 

 

‘Si iou sum!'


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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012


Pode 'to be'?


Sai Luxa, entra Joel. Mesmo até aí, o negócio é estranho, em certo ponto. Em outro, surge como a normalidade mais comum das praias cariocas:

 

Que Luxemburgo é mais treinador que Santana, creio que não há duvidas. Tão quão a carreira e só. Sem justificativas ou demagogias. É isso aí.

 

O ex-treinador da África do Sul é normal. Nada além. Deixa a desejar. Por vezes, deixa de desejar também. Acomoda-se.

 

Como foi Antônio Lopes. Mesma coisa.

 

 Fica amigo do elenco. Que não há duvidas de que é isso que o Flamengo quer agora.

 

Do outro lado da moeda, bem mais cara, Luxa nunca foi tão Vanderlei.

 

Ou João. Ou Pedro. Ou Paulo...

 

Jamais foi apenas mais um. Sempre quis ser a estrela da constelação. Que mais brilha, e ofusca as outras.

 

E quis o destino que, mesmo quando o maior dos protagonistas não jogasse nada, o comandante seria apagado. Por outra luz sem brilho, mais conhecida como Patrícia Amorim.

 

O rubro-negro carioca está em péssimas mãos. Que não mudaria com Vanderlei de 2012. Entretanto, se surgisse o campeão de 2003, aí sim viria e veria vantagem.

 

Hoje, Zé, Carlos, Joel ou Vanderlei dão na mesma.

 

Só que com as águas do Rio de Janeiro com mais ‘pode ser'.

 

Em outro genérico.

 

Pode ‘to be'?



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