
O futebol é um espetáculo. O mundo da bola envolve-se ao seu redor. Gira, gira e gira. Sempre nascem novos talentos, novos craques.
Caro Diego Mauricio,
Não ligue para as agressões que sofreu no gramado da Vila Belmiro. Esses poucos que te xingaram, em pleno templo santista, são minoria dentre os milhões de alvinegros praianos espalhados pelas praias, cidades e campos do mundo.
Tu, que estais tão acostumado a levar pancadas dentro das quatro linhas, talvez não havia se deparado a tanta hostilidade. Mas faça como sempre fez em campo: levante a cabeça e coloque a bola na rede.
És juventude. Futuro da camisa brasileira, que tanto revela craques.
Teu time, o Flamengo, já 'colocou' no mundo do futebol vários craques. Dentre eles está Zico, eterno camisa 10 do Maracanã. Todavia, não te compares a ninguém. Toda comparação é injusta. Escreva tua história, que será gloriosa.

Como te disse anteriormente: aquele grupinho é quase nada. São os que não sabem reverenciar seus grandes jogadores. Entendem tanto de futebol, que talvez nem conheçam o maior dos Deuses do esporte: Pelé. O melhor atleta do Santos em todos os tempos.
Sabe, Droguibinha, somos todos irmãos. Parceiros de planeta. Amados por nosso criador. Estes que te ofenderam não devem saber disso. Com certeza não sabem o valor que temos. O poder que possuímos, com poucas palavras, que nem sempre são positivas.
Releve este fato lamentável. Somos todos iguais. Tenho certeza que muitos queriam estar no seu lugar, para ser o espetáculo. A resposta virá depois. Assim como teu futebol, que tem tudo para crescer dia após dia.
Pouco futebol, poucos jogadores, poucos gols...
Foi assim que 'funfou' o jogo entre Figueirense e Palmeiras.
Bola espirrada. Sem gripe. Sem alegria.
Partida fraca tecnicamente, apesar de contar com o segundo jogo de Valdívia no Campeonato Brasileiro.
O que se esperava é que o chileno desse um toque de qualidade do meio de campo. Mais bolas enfiadas. Espetáculo nulo. Jogo igual aos outros
A equipe de Florianópolis vem bem no torneio. Jogava em casa, junto com a sua torcida. Entretanto, não foi o necessário.
Para quem acreditava em um jogo lá e cá, chutes perigosos e muitos gols, a partida foi um desastre. Com gol do rebatedor Mauricio Ramos, num rebote do goleiro.
Foi o que os times fizeram no campeonato até agora. Muita luta. Muita garra. Pouco show.
Não que seja ruim, ou a falência do futebol arte. É como os dois times jogam. Como vencem, por um ou dois gols de diferença, na maioria das vitórias.
Sempre magras. Sem expressão. Mas com muita força, até demais. No teor físico.