De Carlos Tevez, explicando o porquê de não querer voltar ao Boca Juniors: "Porque se eu for (para o Boca) e conversar com Roman (Riquelme), Martín (Palermo) vai se irritar. Se conversar com Martín, Roman vai se irritar. Melhor não ir."
Com essa declaração do atacante do Manchester City, fica claro que o clima em um dos principais clubes argentinos não é dos melhores. Oito treinadores recusaram o convite para treinar o Boca no torneio Clausura (Somente Julio Falcioni aceitou o desafio).
Boca Juniors e River Plate não se classificaram para a Libertadores desse ano e estão passando por uma crise técnica e financeira.
Daniel Passarella, presidente do River, prevê um futuro árduo ao clube: "O River não tem como fazer grandes contratações. O clube tem prejuízo de US$ 1 milhão por mês."
O presidente foi além, criticou a gestão anterior e levantou uma dúvida: "Me digam qual clube trabalhou pior que o River nos últimos oito anos."
Os dois gigantes argentinos não conseguem retomar a boa fase. Esbarram na crise que o futebol argentino passa (até mesmo o presidente da Associação Nacional de Futebol, Julio Grondona, admitiu a má fase), na falta de dinheiro (O déficit do River Plate ano passado, por exemplo, foi de 20,4 milhões de reais) e, para piorar, nas rusgas internas.
Porque Palermo e Riquelme, mesmo sendo dois dos maiores ídolos da história do Boca, são a prova viva de que o problema nos clubes argentinos não é dos menores e não tem data para terminar.
Fontes: Diário de São Paulo e Diário Olé
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Torcedor, deixe sua opinião: Quem é o principal culpado pela crise enfrentada pelos clubes argentinos?
Depois de uma longa briga com o Bunyodkor, último clube de Rivaldo, a FIFA enviou ao Mogi Mirim o documento que permite o registro de Rivaldo na CBF, permitindo que o jogador se transfira ao São Paulo, clube pelo qual defenderá até dezembro de 2011.
Nos próximos dias, o nome de Rivaldo deverá aparecer no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF como jogador do Mogi Mirim. Mais tarde, um novo registro aparecerá, desta vez mostrando o meio-campo como jogador do São Paulo.
Desde o começo do ano Rivaldo pede ao time do Uzbequistão que entregue a papelada necessária para o atleta ser registrado pela CBF. Porém, como o time também devia salários atrasados ao jogador, o Bunyodkor não quis enviar o seu atestado liberatório para que ele voltasse a jogar futebol.
Mesmo com a regularização de seus documentos, Rivaldo ainda não tem data marcada para estrear no São Paulo. O meia deve aprimorar sua condição física primeiro.
Mas sua apresentação oficial no clube paulista já tem data marcada. Nessa sexta-feira, no CT Laudo Natel, em Cotia, Rivaldo vestirá a camisa 10 do São Paulo.
Camisa que já está sendo vendida na loja oficial do clube na internet.
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Torcedor, deixe seu comentário: será que o camisa 10 é a peça que faltava no elenco Tricolor?
No 457º aniversário da cidade de São Paulo, Bahia e Flamengo entraram em campo, em uma manhã ensolarada, disputando a decisão da Copa São Paulo de Futebol Júnior, no estádio do Pacaembu.
O Flamengo, há 21 anos sem conquistar o título da comepetição, entrou em campo invicto nessa edição da Copinha. 4 vitórias e 3 empates. O Bahia chegou a sua primeira final no campeonato, sendo primeiro time nordestino a participar da decisão.
Mesmo sem o título, o Bahia já estava fazendo história.
E, empurrado pela maioria rubro-negra no Pacaembu, o Flamengo começou melhor. Aos sete minutos, Frauches marcou o primeiro. Para a festa da torcida no estádio e também para Luxemburgo e Patrícia Amorim, que assistiram ao jogo das tribunas.
O Bahia, entretanto, não se intimidou e buscou o empate. Mais ofensivo com a entrada de Valson, o gol tricolor saiu aos 30 minutos. Marllon colocou a mão dentro da área do Flamengo. E Rafael igualou o marcador, com uma bela cobrança de pênalti.
No início do segundo tempo, o domínio do jogo era tricolor. O Bahia tocava bem a bola e fazia o que queria. Começou a brilhar o goleiro rubro-negro César, com defesas salvadoras.
E quando o Flamengo estava perdido no jogo, Thomas entrou no jogo. Em uma de suas primeiras jogadas, invadiu a área e foi derrubado por Dudu. Outro pênalti, desta vez para o Flamengo. E o zagueiro do Bahia tomou o segundo cartão amarelo e foi embora da partida mais cedo.
Negueba cobrou muito bem a penalidade e complicou a vida do time baiano.
A partir daí, o Flamengo conseguiu controlar o jogo. A torcida do Mengo acordou e ensaiou um "olé" no final do jogo.
Nos últimos minutos, Laercio pegou uma sobra dentro da área e emendou um forte chute. O goleiro César fez sua última e milagrosa defesa na partida.
Agora era só esperar o apito do juiz.
O Flamengo, do ótimo goleiro César, do promissor Muralha e do artilheiro Thomas, sagrou-se bicampeão da Copinha. O time carioca bateu o Bahia na final apostando nas jogadas aéreas.
Mesmo sem o mesmo número de talentos revelados na competição anterior, a Copa São Paulo desse ano mostrou a força dos times de empresários, alguns bons jogadores e a força do futebol no Nordeste.
Todavia, falta a competição uma melhor organização, uma redução óbvia no número de times e um replanejamento no calendário da competição, para assim, a Copinha voltar a atrair a atenção do torcedor.
Porque para a grande maioria, a Copa São Paulo deste ano não passou de um (indigesto) aperitivo para a temporada futebolística no país.
Imagem: Futura Press
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Torcedor, deixe seu comentário: quem foi o melhor jogador do Mengo nessa Copinha?