A seleção brasileira sub-20 sempre mostrou sua força no futebol em revelar talentos. Jovens jogadores, cheios de futuro, que fazem do Brasil uma das maiores potências do futebol mundial.
Jogadores como Robinho, Diego, Pato, Lucas e Marcelo foram reconhecidos pelo bom futebol apresentado na seleção sub-20 e em seus clubes. Hoje, emcontram-se em times renomados do futebol europeu.
Conhecida e respeitada por todos, a camisa amarela vem entrando em campo no campeonato Sul-Americano Sub-20, em busca de uma vaga para as Olimpíadas de Londres-2012. A medalha olimpíca é o único título que a Seleção Brasileira de Futebol não possui.
A equipe considerada favorita a vencer, conta com a presença do craque Neymar, artilheiro da competição até o momento. Mas esta seleção não empolga como as anteriores.
Muitas pessoas falavam desta seleção como se fosse a melhor de todas. Mas não é. Esta seleção é uma das mais fracas dos últimos 10 anos.
Após a derrota para a seleção argentina (uma seleção fraquissíma em comparação aos anos anteriores), podemos ver de verdade os defeitos do time brasileiro.
Começamos por um goleiro que não traz muita confiança, e já mostrou dificuldades em algumas partidas durante a competição. Temos dois laterais que sabem apoiar mais não sabem defender. Um meio campo limitado com a presença de Oscar, um jogador muito badalado, mas que não mostra em campo os motivos para tanta badalação.
O ataque talvez seja o ponto mais forte desta equipe, com a presença de Neymar e William José e as boas entradas de Diego Maurício.
O grande fato é que esta seleção não é tudo o que falam. Mas mesmo assim, a equipe mostra que é a melhor das seleções da competição. Isso pelo baixo nível das seleções adversárias.
E por fim, apenas um aviso para o craque brasileiro Neymar. Se você acha que as faltas marcadas aqui no Brasil são iguais as faltas na Europa você está muito enganado. Chega desse cai-cai e dribles desnecessários sem objetividade, quando sua equipe está vencendo. Jogue com mais objetividade e para a equipe. Não queira aparecer mais do que a equipe.
Se Você se acha igual ao grande Mané Garrincha, assista a alguns vídeos sobre ele e verá que o craque jogava para o time. Sua alegria se resumia em driblar e passar a bola para os companheiros marcarem.
Assista, também, mais aos jogos de Tévez e Kléber. Quanto mais eles apanham, mais eles lutam pela bola e vão para cima sem medo. Eles não são jogadores que caem em qualquer dividida.
Caros amigos do Activo. O jogo de ontem, entre São Bernardo e Corinthians, serviu para testar alguns jogadores corinthianos, considerados reservas, antes da decisiva partida diante o Dep. Tolima, na Colômbia.
Para a sorte do técnico Tite, ele pode ver um jogador que se destacou entre os demais.
Luis "Cachito" Ramírez, de 26 anos, pode ser a salvação corinthiana na Libertadores.
Ontem em São Bernardo do Campo, o meia peruano mostrou habilidade em muitos lances, e acabou deixando sua marca logo na estreia pela equipe alvinegra. Apesar de ter enfrentado uma equipe relativamente fraca, com a sua capacidade de marcar um belo gol, mostrou ser um jogador diferente.
Além disso, o Corinthians pode ter encontrado um jogador que faça o papel que Elias fazia na equipe. Com a saída do meia para o futebol espanhol, o meio campo corinthiano tornou-se burocrático e sem criatividade.
Portanto, o jogador peruano pode ser "o cara" para a difícil partida contra a equipe colombiana e ajudar sua equipe a ir em busca do título inédito.
Obs: O pior da partida de ontem, foi o nosso ex-presidente Lula assistindo o jogo com uma camisa metade São Bernardo metade Corinthians. Até parecia que ele e sua esposa estavam em cima do muro.
Caros amigos do Activo, ontem assistindo ao jogo do Palmeiras, junto de meu pai, reparamos uma coisa que nos deixou intrigados.
Na volta do goleiro e ídolo do Palmeiras, o time venceu mais uma (por incrível que pareça) com uma certa tranquilidade, o que eu não via nos jogos do Palmeiras.
Mas deixando o jogo um pouco de lado, um detalhe da partida me surpreendeu.
Desde 2002, quando o Brasil foi campeão mundial, o goleiro Marcos assumiu a faixa de capitão do Palmeiras.
Mas ontem foi diferente. Ele não era o capitão da equipe. A faixa estava nos braços do atacante Kléber.
Assim como Rogério Ceni no São Paulo, Marcos é um dos maiores ídolos da história palmeirense.
Sua história no clube é muito maior do que a de qualquer outro jogador do elenco atual.
Nos times Europeus, os capitães das equipes, geralmente, são aqueles que possuem uma maior história ou maior número de jogos dentro do clube. Uma lição de respeito, não só pela qualidade técnica, mas sim, por tudo o que fez pelo seu clube.
Podemos citar alguns casos de justiça e injustiça com os capitães de clubes brasileiros.
Quando o goleiro Rogério Ceni se machucou, perdeu a faixa de capitão devido a sua ausência nos jogos do São Paulo. Quando recuperado da lesão, o goleiro além de retomar seu posto como titular voltou a ter a faixa em seu braço. Isso mostra o respeito que o clube e os jogadores tem diante de seu capitão.
Um caso de injustiça, foi a do meia Conca do Fluminense. O jogador que atuou os 38 jogos no Campeonato Brasileiro, foi eleito o melhor jogador e carregou sua equipe na conquista do torneio, perdeu a faixa de capitão para Fred no final do campeonato. O atacante quase não jogou e só retornou aos gramados na reta final do campeonato e de cara levantou a taça, que por merecimento, deveria ser levantada por Conca.
Não estou criticando a atitude de Kléber, ou do Felipão ou de quem quer que seja. Só penso que a história do Marcos dentro da instituição Palmeiras é muito maior do que a de qualquer um. Isso deve ser respeitado.
Kléber ganhou apenas um Campeonato Paulista pelo Palmeiras. Acho que sua identificação com o clube e torcida se dá muito pela sua luta dentro de campo.
Por sua vez, o goleiro pentacampeão ganhou diversos títulos como Libertadores, Mercosul, Paulista e até mesmo no momento mais complicado na história do Palmeiras, não virou as costas para o clube e foi Campeão Brasileiro da segunda divisão, mostrando ter orgulho da camisa em que vestiu toda sua vida.
O capitão de uma equipe é o exemplo a todos os jogadores do time. Não só pela história ou qualidade técnica. Mas sim pelo amor de vestir a camisa e de jogar por ela.